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Reflexologia infantil

A Reflexologia é um dos instrumentos para restabelecer, de forma natural, o equilíbrio do ser humano. Fazendo pressões com as mãos em determinados pontos dos pés é possível provocar mudanças fisiológicas no corpo uma vez que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. A reflexologia pode ser usada como terapia tanto nos adultos, como crianças e bebés.
Nos bebês e crianças pequenas, a prática da Reflexología podal requer uma atenção especial.
Eles são bastante receptivos à estimulação das zonas reflexas dos seus pés e a sua reação é sempre imediata e positiva. Situações como: cólicas, diarreia, obstipação, dentição, otites, amigdalites, distúrbios do sono, irritabilidade, ansiedades, romper da dentição, constipações, são apenas uma pequena quantidade da lista de possibilidades de actuação da Reflexologia Podal Infantil.
A Reflexologia Podal Infantil tem sido desenvolvida ao longo dos últimos 20 anos, partindo da técnica da reflexoterapia para adultos e adaptando-a às necessidades e realidades dos bebês e crianças. É uma ferramenta muito útil e eficaz que permite aos pais atuarem em situações de crises agudas ou em situações crônicas.
Por ser uma técnica não invasiva e sem contra indicações, pode ser aplicada a qualquer pessoa inclusive crianças e bebês.
Os estudos feitos por várias instituições, escolas e associações, indicam que a Reflexologia feita em crianças ajuda a diminuir os seus níveis de stress, reduzir a tendência para a hiperacidade ou para a falta de sociedade. Também tem provado ser muito eficaz nas crianças com dificuldades de aprendizagem, facilitando o trabalho com elas e fazendo com que elas consigam lidar melhor com o ambiente de aprendizagem. A Reflexologia pode ser facilmente usada como um método de prevenção para muitos problemas que as crianças podem ter.

Venha você também conhecer essa técnica milenar. 

Reflexologia é saúde, saúde é vida e vida é tudo de bom. Sua saúde através dos pés.








Coisas de bebe

Gastrite infantil

Gastrite infantil é cada vez mais comum no país


Doces, balas, chocolates e outros produtos industrializados podem ser uma das causas da gastrite infantil. Os médicos alertam que a doença é cada vez mais comum no Brasil e a estimativa é de que cerca de 10% das crianças que se queixam de dores na barriga tenham a doença.
Esse, no entanto, não é o único sintoma da doença. A gastrite infantil também pode causar falta de apetite, além de vômitos e enjôos após as refeições. Para prevenir, os pais devem ficar atentos à alimentação da criança e também com o uso incorreto de antiinflamatórios e antibióticos.
Aos seis anos, Pedro foi parar no hospital com dores na barriga, na cabeça e no braço e dificuldade para comer. A mãe, Gildete Figueiredo, ficou surpresa quando os médicos deram o diagnóstico de gastrite.
- Você acha que é uma virose, você acha que é uma gripe, você acha que é outra coisa...
Hoje, aos sete, Pedro tem uma alimentação mais controlada e está bem melhor. Ao invés dos doces e refrigerantes, ele faz refeições saudáveis, com leite desnatado, carnes grelhadas e frango.
A especialista Izaura Assunção explica que a criança precisa fazer refeições bem balanceadas para evitar o desenvolvimento da gastrite.
- É [preciso] comer de tudo. Fazer um café da manhã com o leite, com frutas, com cereais ou com pão. Almoço e jantar com verduras, legumes a carne. Não esquecer o arroz e o feijão. Evitar refrigerantes e dar preferência para sucos naturais.
Veja mais no link noticias.r7.com (com informações do r7)
Má alimentação e estresse causam o avanço da gastrite infantil, crie bons h´bitos alimentares em seus filhos.
A Reflexologia pode ajudar a combater essa doença e essa técnica também é usada em crianças.
Patrícia Dares - reflexoterauta
(12) 8804-5029 agende seu horário





Incentive seus filhos a beber mais água

Todo ano é a mesma coisa: agosto chega trazendo um tempo seco e um longo período de estiagem, principalmente aqui no centro-oeste. Nessa época a atenção com as crianças deve ser redobrada. Como seus mecanismos de controle de temperatura corporal não estão plenamente desenvolvidos, elas perdem líquidos com maior facilidade através da transpiração. Se elas não ingerirem  a quantidade de água necessária para repor o líquido perdido correm o risco de desidratarem.
E não adianta ser suquinho de frutas: elas precisam mesmo é de água. A ingestão de sucos pode atrapalhar a alimentação da criança, já que dão uma sensação de saciedade falsa. Os industrializados ainda contêm grandes concentrações de açúcar, conservantes e corantes, que podem ser alérgicos aos pequenos.
Os pequenos, na faixa etária de 1 a 3 anos, precisam ingerir 1,3 L de líquidos, que pode ser água, sucos ou até a umidade dos alimentos. Nos bebês a partir dos 6 meses de idade, o indicado é um copo de suco de 200 ml ao dia, e água.
Os primeiros sinais de desidratação são boca seca e urina concentrada, o que é prejudicial para os rins e pode trazer problemas para o sistema nervoso central. Outros sintomas são fraqueza, tontura, dor de cabeça, taquicardia e zumbido nos ouvidos. Nesta situação mais avançada o melhor a fazer é procurar um médico.
Contudo caso perceber sinais de desidratação, faça a criança beber água, e evite o consumo de refrigerantes, sucos ou isotônicos. Em casos de emergência, faça ou compre soro caseiro  (Ministério da Saúde distribui o soro nas redes da Farmácia Popular).
Para preparar o soro em casa, encha um copo com 200 ml de água filtrada e fervida, e dilua um punhado de açúcar e uma pitada de três dedos de sal. Misture e prove: o soro não deve ser mais salgado do que água de coco.
Entre os bebês com menos de 6 meses, o consumo de água só é indicado em situações específicas, quando a temperatura estiver elevada ou o tempo muito seco. O leite materno ou as fórmulas já têm a quantidade necessária de água para os pequenos.Contudo fique alerta: você pode dar entre 10 e 20 ml de água entre as mamadas.